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Laboratório de Genômica e Proteômica de Plantas

Melhorar a produção e qualidade da cana só interessa aos produtores dessa planta, certo? Errado. A pesquisa “Proteômica de cana-de-açúcar para maior tolerância à seca e à salinidade do solo”, realizada pelo Laboratório de Genômica e Proteômica de Plantas (LGPP) da Universidade Federal de Pernambuco, mostra que os estudos moleculares sobre essa cultura envolvem muito mais a sociedade do que aparentam. Eles influem no meio ambiente, no mercado financeiro e até no produto pronto, que vai à mesa dos consumidores. O LGPP, que iniciou suas atividades em 2008 e faz parte do Departamento de Genética do Centro de Ciências Biológicas (CCB), é coordenado pelo professor Tercilio Calsa Junior e composto por pesquisadores de pós-doutorado, doutorado, mestrado e iniciação científica.

Os resultados já obtidos incluem a identificação e caracterização de proteínas fortemente associadas a mecanismos de tolerância à seca e à salinidade. Cada proteína selecionada é potencialmente útil como marcador molecular para auxiliar no melhoramento genético da cana, uma vez que os pesquisadores poderão, rapidamente, identificar quais indivíduos produzem tais proteínas e selecioná-los nos cruzamentos para obter variedades mais tolerantes. Elas podem ainda ser alteradas para acumular, por meio de engenharia genética, maior quantidade desse cultivo, ou ser utilizadas na indústria para outros fins com aplicação biotecnológica.

A produção mais eficiente inclui também uma preocupação ecológica: a água. A falta desse recurso natural é um fator ambiental limitante da produção agrícola e o custo econômico da irrigação nem sempre é justificável. Além disso, as previsões de mudanças climáticas para a região Nordeste indicam aumento de temperatura e, consequentemente, diminuição de água disponível. Desta forma, com a identificação de plantas mais tolerantes, a agricultura iria conseguir duas proezas: economizar água e ao mesmo tempo produzir mais.

Por Bruno Monteiro, notícia publicada pela Agência de Notícias-UFPE. Clique aqui, e continue lendo.

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